policial
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Assassinato no bloco C
Cheguei atrasado ao local do crime. Àquela altura os moradores do bloco estavam ou no conforto de suas janelas espichando o olho e cochichando ou no pátio fazendo perguntas relevantes como “Onde vamos parar?”. Quando me viram, devido à minha relação com a vítima, um silêncio respeitoso se instaurou no local. Continue reading
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O crime de todo dia
o contrário da maioria, sempre achei West End um lugar deprimente. Moças cantando trechos de “Wicked” nas calçadas, ansiando por uma oportunidade que jamais chegará. Suas vozes misturam-se com as sirenes policiais e ambas se perdem nas noites chuvosas. Em meio a essa cacofonia, em um hotel de quinta categoria, um homem repousava de bruços… Continue reading
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Um crime hediondo
— Ninguém sai até eu descobrir quem foi! Marilene, puxa o Altemir pra dentro e tranca a porta. Era comum ter algum tipo de comoção na cozinha da prestação de contas. Certa feita, uma vendedora de trufas fora retirada pelos seguranças por ser estritamente proibida a “transferência de propriedade de algo para outrem mediante pagamento… Continue reading
